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O que realmente aprendemos com as entidades espirituais ?

  • Foto do escritor: Umbanda Compartilhe
    Umbanda Compartilhe
  • 7 de mai.
  • 3 min de leitura

Na Umbanda, cada Entidade é um espelho da nossa alma e um mestre que nos guia em diferentes aspectos da vida. Quando nos colocamos verdadeiramente abertos a aprender com elas, percebemos que cada falange traz um ensinamento profundo, carregado de sabedoria ancestral e espiritualidade viva.


Erês

Com os Erês aprendemos a resgatar a pureza da infância, a leveza do coração e a sinceridade nas emoções. Eles nos mostram que a verdadeira força está na espontaneidade, na alegria simples e na fé inocente. Ensinaram-nos que é possível sorrir mesmo diante das dores, e que brincar também é uma forma de oração.


Pretos-Velhos

Os Pretos-Velhos nos ensinam sobre a humildade, a paciência e a sabedoria do tempo. Com seus gestos calmos e palavras suaves, nos lembram que viver o presente com fé e resignação é um caminho de cura e evolução. São mestres da escuta, do acolhimento e da transmutação das dores em ensinamentos.


Caboclos

Com os Caboclos aprendemos a valorizar a simplicidade e a honrar a natureza como manifestação divina. São eles que nos ensinam a confiar em nossa intuição, a ouvir o silêncio das matas e a reconhecer a força que há em cada passo dado com coragem. Nos mostram que a conexão com a Terra é também conexão com o sagrado.


Baianos

Os Baianos trazem o axé da alegria e da sabedoria popular. Eles nos ensinam a rir das dificuldades e a manter a fé mesmo diante das tempestades. Sua malemolência e descontração são um lembrete de que a espiritualidade também habita na leveza do viver e no prazer das coisas simples.


Malandros

Com os Malandros aprendemos a ter jogo de cintura, inteligência emocional e sabedoria nas escolhas cotidianas. Eles nos mostram que a malícia não é sinônimo de maldade, mas de esperteza aliada à ética. São mestres da diplomacia, da liberdade e da autenticidade.


Exus

Os Exus nos ensinam sobre a potência da vida, a importância da individualidade e o valor do autoconhecimento. Eles são guardiões da justiça e do equilíbrio, e nos mostram que somos únicos, completos e capazes. Com eles aprendemos a assumir nossos desejos, a respeitar nossos limites e a caminhar com firmeza.


Pombagiras

Com as Pombagiras aprendemos sobre amor-próprio, sensualidade sagrada e força interior. Elas nos convidam à reforma íntima, ao empoderamento e ao resgate da nossa dignidade. Nos ensinam que o amor começa em nós e que a liberdade é um ato de amor consciente.


Marinheiros

Os Marinheiros nos ensinam a navegar pelas águas turbulentas da vida com leveza e sabedoria. Mostram que a imprevisibilidade faz parte da jornada, e que é possível manter o equilíbrio mesmo quando as marés mudam. São mestres da adaptação e da fé em movimento.


Boiadeiros

Com os Boiadeiros aprendemos a ter bravura, coragem e responsabilidade pelos nossos atos. Eles nos ensinam que liderar a própria vida exige firmeza, mas também respeito pelas escolhas alheias. São guardiões do caminho reto e da justiça interior.


Mirins

Os nos mostram a importância da clareza nos desejos e da leveza nas palavras. Com elas aprendemos a expressar o que sentimos sem medo, com verdade e espontaneidade. São guardiãs do amor puro e da alegria que cura. Por serem encantados eles podem transitar e resolver enigmas que só eles teriam acesso.


Ciganos

Com os Ciganos aprendemos a confiar no fluxo da vida, a celebrar a liberdade e a honrar a ancestralidade. Eles nos mostram que viver com paixão, dançar com o tempo e acreditar na própria jornada é um ato de fé e beleza. São mestres do movimento e da intuição.

 
 
 

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